Extraído do blog do Kenard
O governador cassado Jackson Lago (PDT) tem dito a interlocutores que pretende candidatar-se a governador em 2010, com o apoio dos tucanos. Como destruiu as finanças do Estado e deixou que amigos de sempre saqueassem as burras da Viúva, deve ter em pouca conta a inteligência do povo maranhense.
Ontem foi a Caema. A empresa Morada Nova conseguiu na Justiça, em tempo recorde, o avanço nas contas da Companhia de Água. Advogados e diretores nada fizeram para evitar a sangria, numa atitude mais que suspeita. É a herança maldita de Jackson Lago.
Fala-se também que José Reinaldo Tavares (PSB) pretende passar para o PSDB. A razão é simples: o PT de Lula estará com Roseana em 2010. Entre tantas acusações do período que governou o Maranhão, a pior é a de ter elegido Jackson Lago. José Reinaldo mostrou, com isso, que a briga contra Sarney estava acima do bem-estar do povo maranhense. Do contrário teria se mostrado pelo menos mais seleto.
De que todos sempre foram contra o Governo Lula não há dúvidas. Jackson, por exemplo, tratou de eleger dois tucanos para as duas principais cidades do Maranhão: São Luís (João Castelo) e Imperatriz (Sebastião Madeira). Sem falar nos cargos principais do seu desgoverno, todos ocupados por tucanos.
O Governo Roseana Sarney precisa, depois de todos os levamentamentos, denunciar todas as falcatruas do governador cassado e de sua tropa de choque.
Os que não tinham idéia de quem são eles, certamente ficarão de queixo caído. E mudarão de opinião. É só esperar.
Piada. Jackson Lago falar em oligarquia Sarney é uma piada grotesca. O PDT passou 20 anos mamando nas tetas da Prefeitura de São Luís. Em 2000, para se releger Jackson fez aliança com Roseana. Aí não era oligarquia.
Piada 2. E o que são os Lago? Ao se eleger governador, Jackson nomeou todos os parentes no governo. Transformou-se em campeão de nepotismo do Brasil. Coisa que não ocorreu nos dois governos de Roseana Sarney.
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quinta-feira, 30 de abril de 2009
quarta-feira, 1 de abril de 2009
JN denuncia farra de suplementações de Jackson. “Nosso estado é rico, tem dinheiro”, diz governador
Qua, 01/04/09
Obras inacabadas também estão relacionadas em outra ação protocolada pelo PMDB no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Em São Luís, o governador divulgou a entrega de 128 apartamentos. Apenas 16 estavam prontos. No interior, inaugurou uma ponte ligando Tocantins ao Maranhão, mas os carros ainda não podem circular porque faltam acessos nas cabeceiras. A oposição também critica o aumento de salários para funcionários públicos (clique ao lado e assista a íntegra da reportagem).
Policiais civis chegaram a fazer greve no começo deste ano. Durante as negociações, o governador alegou que não poderia conceder aumento para não desrespeitar a lei de responsabilidade fiscal. Mas, na semana passada, foram feitas as correções. Na mesma ocasião, Jackson Lago lançou um programa de transferência de renda. Milhares de famílias pobres vão receber um vale alimentação de R$ 150 por mês.
O líder do governo na Assembléia, Edvaldo Holanda (PTC), não vê irregularidades nos atos do governador e defende o gasto de verbas suplementares. “Nós temos uma reserva em torno de R$ 600 milhões. Há alguma coisa utilizada dentro deste recurso, mas dentro de uma margem de segurança. Permanece um caixa muito alto de reserva dentro do tesouro estadual”, avaliou Edvaldo Holanda.
O governador Jackson Lago rebateu as acusações de que está gastando dinheiro para prejudicar a senadora Roseana Sarney. “O nosso estado é rico, tem dinheiro para fazer as coisas. Tem sim! Nós temos que saber é porque não faziam”, declarou Jackson Lago.
O Superior Tribunal de Justiça já pediu à Procuradoria-Geral da República um parecer sobre as denúncias. Se o Ministério Público Federal considerar que houve abuso de poder, será aberto um inquérito. Como tem foro privilegiado, Jackson Lago só pode ser investigado pelos ministros do STJ.
“O nosso estado é rico, tem dinheiro para fazer as coisas. Tem sim! Nós temos que saber é porque não faziam”, declarou Jackson Lago.
E porque Jackson também não fez????
Maranhão rico
O governador Jackson Lago finalmente abandonou o discurso do qual se valeu durante décadas, afirmando que o Maranhão era um estado miserável, que nada produzia; que não dispunha de recursos para melhorar a vida das pessoas; enfim, que era a unidade mais pobre da Federação brasileira. Numa surpreendente explicação para a gastança que desencadeou após ser cassado pela Justiça Eleitoral, ele bradou, ontem, em horário nobre e em cadeia nacional pela Rede Globo:
- O Maranhão é um estado rico, que tem dinheiro para gastar!
O Maranhão, todos sabem, não é um estado rico, enfrenta muitos e graves problemas, seus recursos financeiros são parcos se levadas em conta as necessidades. Ao mesmo tempo, nas últimas décadas o estado saiu do atraso mais completo, para avançar, ano a ano, no processo de desenvolvimento. Começou acelerado na segunda metade dos anos 60, no revolucionário governo de José Sarney; reduziu a marcha nos anos 70; aumentou o ritmo nos anos 80 e chegou ao ponto máximo nos anos 90, para sofrer uma trágica reviravolta na primeira década do novo século, cujo ponto alto é a decisão do governador cassado Jackson Lago de estourar a reserva financeira do Estado, após 27 meses de completo desastre administrativo.
Até aqui, foram 27 meses de gestão, em que o governador Jackson Lago “administrou” nada menos que R$ 14 bilhões, se levados em conta apenas a soma dos recursos oriundos de transferências federais e os arrecadados em impostos estaduais, principalmente em ICMS. Esse valor global representou uma receita média mensal de R$ 518 milhões. Assim, o governador Jackson Lago teve ao seu alcance R$ 17,2 milhões por dia, R$ 719.400,00 por hora e R$ 11.990,00 por minuto.
Foi tanto dinheiro que ele conseguiu até formar uma reserva no valor de R$ 600 milhões, que resolveu gastar em algumas semanas em projetos e obras não previstos, numa inacreditável operação para mandar a riqueza do Maranhão para o espaço. Com um detalhe a mais: a partir de agora, o governador Jackson Lago e sua turma estão desautorizados a afirmar que o Maranhão é pobre.
Obras inacabadas também estão relacionadas em outra ação protocolada pelo PMDB no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Em São Luís, o governador divulgou a entrega de 128 apartamentos. Apenas 16 estavam prontos. No interior, inaugurou uma ponte ligando Tocantins ao Maranhão, mas os carros ainda não podem circular porque faltam acessos nas cabeceiras. A oposição também critica o aumento de salários para funcionários públicos (clique ao lado e assista a íntegra da reportagem).
Policiais civis chegaram a fazer greve no começo deste ano. Durante as negociações, o governador alegou que não poderia conceder aumento para não desrespeitar a lei de responsabilidade fiscal. Mas, na semana passada, foram feitas as correções. Na mesma ocasião, Jackson Lago lançou um programa de transferência de renda. Milhares de famílias pobres vão receber um vale alimentação de R$ 150 por mês.
O líder do governo na Assembléia, Edvaldo Holanda (PTC), não vê irregularidades nos atos do governador e defende o gasto de verbas suplementares. “Nós temos uma reserva em torno de R$ 600 milhões. Há alguma coisa utilizada dentro deste recurso, mas dentro de uma margem de segurança. Permanece um caixa muito alto de reserva dentro do tesouro estadual”, avaliou Edvaldo Holanda.
O governador Jackson Lago rebateu as acusações de que está gastando dinheiro para prejudicar a senadora Roseana Sarney. “O nosso estado é rico, tem dinheiro para fazer as coisas. Tem sim! Nós temos que saber é porque não faziam”, declarou Jackson Lago.
O Superior Tribunal de Justiça já pediu à Procuradoria-Geral da República um parecer sobre as denúncias. Se o Ministério Público Federal considerar que houve abuso de poder, será aberto um inquérito. Como tem foro privilegiado, Jackson Lago só pode ser investigado pelos ministros do STJ.
“O nosso estado é rico, tem dinheiro para fazer as coisas. Tem sim! Nós temos que saber é porque não faziam”, declarou Jackson Lago.
E porque Jackson também não fez????
Maranhão rico
O governador Jackson Lago finalmente abandonou o discurso do qual se valeu durante décadas, afirmando que o Maranhão era um estado miserável, que nada produzia; que não dispunha de recursos para melhorar a vida das pessoas; enfim, que era a unidade mais pobre da Federação brasileira. Numa surpreendente explicação para a gastança que desencadeou após ser cassado pela Justiça Eleitoral, ele bradou, ontem, em horário nobre e em cadeia nacional pela Rede Globo:
- O Maranhão é um estado rico, que tem dinheiro para gastar!
O Maranhão, todos sabem, não é um estado rico, enfrenta muitos e graves problemas, seus recursos financeiros são parcos se levadas em conta as necessidades. Ao mesmo tempo, nas últimas décadas o estado saiu do atraso mais completo, para avançar, ano a ano, no processo de desenvolvimento. Começou acelerado na segunda metade dos anos 60, no revolucionário governo de José Sarney; reduziu a marcha nos anos 70; aumentou o ritmo nos anos 80 e chegou ao ponto máximo nos anos 90, para sofrer uma trágica reviravolta na primeira década do novo século, cujo ponto alto é a decisão do governador cassado Jackson Lago de estourar a reserva financeira do Estado, após 27 meses de completo desastre administrativo.
Até aqui, foram 27 meses de gestão, em que o governador Jackson Lago “administrou” nada menos que R$ 14 bilhões, se levados em conta apenas a soma dos recursos oriundos de transferências federais e os arrecadados em impostos estaduais, principalmente em ICMS. Esse valor global representou uma receita média mensal de R$ 518 milhões. Assim, o governador Jackson Lago teve ao seu alcance R$ 17,2 milhões por dia, R$ 719.400,00 por hora e R$ 11.990,00 por minuto.
Foi tanto dinheiro que ele conseguiu até formar uma reserva no valor de R$ 600 milhões, que resolveu gastar em algumas semanas em projetos e obras não previstos, numa inacreditável operação para mandar a riqueza do Maranhão para o espaço. Com um detalhe a mais: a partir de agora, o governador Jackson Lago e sua turma estão desautorizados a afirmar que o Maranhão é pobre.
domingo, 29 de março de 2009
Jackson assinando convênios ilegais(vídeo)
As peças que compõem os autos são autênticas e insofismáveis. Dentre elas, um vídeo da assinatura de um convênio milionário no município de Codó efetuado pelo ex-governador Zé Reinaldo (PSB), onde estão presentes dois candidatos ao governo estadual da chamada “Frente de Libertação do Maranhão”, o próprio Jackson Lago e o ex-ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Edson Vidigal (PSB).
Na gravação Zé Reinaldo diz: “Nós temos dois homens do maior gabarito intelectual, moral e comprometido com o desenvolvimento do Estado, um é o Dr. Jackson Lago que concorreu comigo para candidato a governador, mas hoje nos une a causa do Maranhão. O outro é o nosso meu amigo de infância ministro Edson Vidigal, um homem nacional, um homem que foi presidente dos maiores poderes do país, amigo do presidente Lula. De forma que esses dois candidatos vocês vão escolher”.
Depois desse ato público eleitoreiro o que resta para a Corte sem ser a cassação, por mais tardia que seja?
sexta-feira, 6 de março de 2009
Jackson Lago e Zé Reinaldo farinha do mesmo saco
BIOGRAFIA JOGADA DE VEZ NA LAMA
Quarta-feira, 4 de março de 2009
O cidadão Jackson Lago terminou de jogar na lama sua biografia já manchada por atos ilícitos quando de sua passagem, por três vezes pela Prefeitura de São Luís.
Jackson Lago tem várias contas rejeitadas pelo TCE. Pesa sobre suas gestões a farra dos contracheques, a falência e o sucateamento da Coliseu, a distribuição de dinheiro público, através de bilhetinhos, para seus correligionários, a entrega dos serviços de RX dos hospitais públicos para o seu irmão, a compra do Socorrão II, a forma de estado de calamidade pública, pelo acumulo de lixo, em que deixou São Luís e tantos mais atos que mancharam sua biografia.
No governo do Estado, o cidadão Jackson Lago seguiu as mesmas práticas ilícitas do seu antecessor. A farra das dispensas de licitações, das inexigibilidades, a distribuição à revelia de convênios eleitoreiros em 2008, o fechamento da Comissão Central de Licitações, o nepotismo descarado e tantas outras formas espúrias adotadas por seus auxiliares, como a compra superfaturada do botox, a contratação da Goumetre sem licitação, a reforma do Castelo e da Barragem do Bacanga entregue à Petra, uma das financiadoras de sua eleição, sem licitação, além da construção do Cadeião e a recuperação da Ponte José Sarney terem sido entregues a empreiteiras de outros estados, sem que tenham participado de um processo licitatório.
No que tange seus atos administrativos antidemocráticos e anti-sociais, podemos ressaltar a famigerada lei do Cão, que surrupiou os diretos dos professores, o desprezo com os policiais civis e militares, o não incentivo à criação de alternativas de emprego e renda para os maranhenses, e o descaso com a Segurança Pública.
A biografia manchada do cidadão Jackson Lago passou a entrar na vala comum dos corruptos, a partir da Operação Navalha. Jackson Lago assinou um credito suplementar de R$ 6 milhões para pagar por pontes que não vão e vem de lugar algum. Os sobrinhos foram presos, seu irmão indiciado e vários de seus auxiliares encarcerados. Jackson só não foi preso pela Polícia Federal por um erro da Justiça e não respondeu, até agora, por seus atos, porque tem a maioria na Assembléia Legislativa.
Agora, o TSE ao mostrar aquele vídeo, a nível nacional, do comício em Codó para assinatura de um convênio eleitoreiro de R$ 1 milhão, com a participação ativa de Jackson Lago, Vidigal e José Reinaldo, deixando claro que aquela prática ilícita seria o carro chefe para vencer as eleições de 2006. Com isso, Jackson Lago, que aceitou de bom grado participar das ilicitudes eleitoreiras de José Reinaldo para arrancar a eleição de Roseana, jogou de vez sua biografia já manchada na lama, visto que ficou evidente o uso de milhões de reais do contribuinte para que ele, que se dizia ético, moralista e honesto, vencesse as eleições.
Quarta-feira, 4 de março de 2009
O cidadão Jackson Lago terminou de jogar na lama sua biografia já manchada por atos ilícitos quando de sua passagem, por três vezes pela Prefeitura de São Luís.
Jackson Lago tem várias contas rejeitadas pelo TCE. Pesa sobre suas gestões a farra dos contracheques, a falência e o sucateamento da Coliseu, a distribuição de dinheiro público, através de bilhetinhos, para seus correligionários, a entrega dos serviços de RX dos hospitais públicos para o seu irmão, a compra do Socorrão II, a forma de estado de calamidade pública, pelo acumulo de lixo, em que deixou São Luís e tantos mais atos que mancharam sua biografia.
No governo do Estado, o cidadão Jackson Lago seguiu as mesmas práticas ilícitas do seu antecessor. A farra das dispensas de licitações, das inexigibilidades, a distribuição à revelia de convênios eleitoreiros em 2008, o fechamento da Comissão Central de Licitações, o nepotismo descarado e tantas outras formas espúrias adotadas por seus auxiliares, como a compra superfaturada do botox, a contratação da Goumetre sem licitação, a reforma do Castelo e da Barragem do Bacanga entregue à Petra, uma das financiadoras de sua eleição, sem licitação, além da construção do Cadeião e a recuperação da Ponte José Sarney terem sido entregues a empreiteiras de outros estados, sem que tenham participado de um processo licitatório.
No que tange seus atos administrativos antidemocráticos e anti-sociais, podemos ressaltar a famigerada lei do Cão, que surrupiou os diretos dos professores, o desprezo com os policiais civis e militares, o não incentivo à criação de alternativas de emprego e renda para os maranhenses, e o descaso com a Segurança Pública.
A biografia manchada do cidadão Jackson Lago passou a entrar na vala comum dos corruptos, a partir da Operação Navalha. Jackson Lago assinou um credito suplementar de R$ 6 milhões para pagar por pontes que não vão e vem de lugar algum. Os sobrinhos foram presos, seu irmão indiciado e vários de seus auxiliares encarcerados. Jackson só não foi preso pela Polícia Federal por um erro da Justiça e não respondeu, até agora, por seus atos, porque tem a maioria na Assembléia Legislativa.
Agora, o TSE ao mostrar aquele vídeo, a nível nacional, do comício em Codó para assinatura de um convênio eleitoreiro de R$ 1 milhão, com a participação ativa de Jackson Lago, Vidigal e José Reinaldo, deixando claro que aquela prática ilícita seria o carro chefe para vencer as eleições de 2006. Com isso, Jackson Lago, que aceitou de bom grado participar das ilicitudes eleitoreiras de José Reinaldo para arrancar a eleição de Roseana, jogou de vez sua biografia já manchada na lama, visto que ficou evidente o uso de milhões de reais do contribuinte para que ele, que se dizia ético, moralista e honesto, vencesse as eleições.
sábado, 17 de janeiro de 2009
Empresa de sobrinhos de Jackson queria R$ 6,4 milhões da Prefeitura
Caso Viatur liga figurões do PDT
Empresa de sobrinhos de Jackson queria R$ 6,4 milhões da Prefeitura
MARCO AURÉLIO D’EÇA
Da Editoria de Política
Uma jogada milionária envolvendo figurões do PDT. É assim que está sendo definido por jornalistas e membros do próprio Judiciário o caso envolvendo a empresa Viatur Transportes e Turismo LTDA., ligada a parentes do governador Jackson Lago, e a Prefeitura de São Luís, ainda na administração do prefeito Tadeu Palácio. O rumoroso caso veio à tona na véspera do Reveillon, quando o juiz Megbel Abdalla concedeu Liminar em favor da empresa obrigando a Prefeitura a pagar R$ 6,4 milhões por supostos serviços prestados pela Viatur, sob pena de multa diária de R$ 100 mil.
A Viatur Transportes pertence a Karine Lima, que vem a ser mulher de Raimundo José Lago Lima, conhecido por Raimundinho Lago, sobrinho do governador Jackson Lago e irmão de Paulinho Lago, preso em 2007 na Operação Navalha da Polícia Federal, acusado de negociar propina com a Construtora Gautama, em nome do tio. A propriedade da empresa foi revelada em primeira mão no blog no jornalista Walter Rodrigues.
Os vários caminhos percorridos pelo processo levam todos a figurões do PDT. E é aí que as suspeitas de jornalistas e advogados começam a aparecer. O Mandado de Segurança em favor da Viatur foi impetrado no dia 24 de dezembro. A Liminar do juiz Megbel Abdalla foi concedida no dia 30, para imediato pagamento dos R$ 6,4 milhões pretendidos. É aí que entra o procurador-geral do município Paulo Helder, que impetrou recurso no Tribunal de Justiça e conseguiu impedir a sangria nos cofres municipais.
Seria o procurador um herói? Para o jornalista Décio Sá, não. Em seu blog, ele revela que o recurso foi redigido, na verdade, pelo então futuro procurador do município, Francisco Coelho, indicado dias depois pelo novo prefeito, João Castelo (PSDB). Segundo os dois jornalistas que divulgaram primeiramente o caso, “Coelho praticamente obrigou Paulo Helder a impetrar o recurso”, que foi deferido pelo desembargador Antonio Bayma Araújo.
Aí surgem outras coincidências. Paulo Hélder é cunhado de Wagner Lago, irmão de Jackson Lago, portanto, aparentado de Raimundinho Lago e Karine Lago, donos da Viatur. Além disso, Paulo Hélder já atuou como advogado da Viatur Transportes em várias ações contra os bancos Real (processo nº 17.834/2001), Bradesco (5.653/2002) e em uma ação do Bradesco contra a empresa (18.1125/2002.
O adjunto de Paulo Hélder na procuradoria é Daniel de Farias Jerônimo Leite, que também já atuou como advogado da Viatur em pelo menos um caso (ver quadro nesta página). Leite é um dos advogados de Jackson Lago e dos sobrinhos Paulinho Lima (irmão do dono da Viatur) e Alexandre Lago no processo da Operação Navalha.
A cobrança milionária da empresa de parentes do governador Jackson Lago contra a Prefeitura de São Luís, então chefiada pelo também pedetista Tadeu Palácio, tem sido vista como escândalo nos bastidores do Tribunal de Justiça. Tanto que o autor da liminar que cassou a decisão do juiz Megbel Abdalla, desembargador Bayma Araújo, chamou a atenção para o fato na primeira sessão do TJ em 2009. Abdalla é um dos juízes cujas Varas em que atuam passarão por correição da Corregedoria Geral de Justiça.
http://imirante.globo.com/oestadoma/...codigo1=148373
Empresa de sobrinhos de Jackson queria R$ 6,4 milhões da Prefeitura
MARCO AURÉLIO D’EÇA
Da Editoria de Política
Uma jogada milionária envolvendo figurões do PDT. É assim que está sendo definido por jornalistas e membros do próprio Judiciário o caso envolvendo a empresa Viatur Transportes e Turismo LTDA., ligada a parentes do governador Jackson Lago, e a Prefeitura de São Luís, ainda na administração do prefeito Tadeu Palácio. O rumoroso caso veio à tona na véspera do Reveillon, quando o juiz Megbel Abdalla concedeu Liminar em favor da empresa obrigando a Prefeitura a pagar R$ 6,4 milhões por supostos serviços prestados pela Viatur, sob pena de multa diária de R$ 100 mil.
A Viatur Transportes pertence a Karine Lima, que vem a ser mulher de Raimundo José Lago Lima, conhecido por Raimundinho Lago, sobrinho do governador Jackson Lago e irmão de Paulinho Lago, preso em 2007 na Operação Navalha da Polícia Federal, acusado de negociar propina com a Construtora Gautama, em nome do tio. A propriedade da empresa foi revelada em primeira mão no blog no jornalista Walter Rodrigues.
Os vários caminhos percorridos pelo processo levam todos a figurões do PDT. E é aí que as suspeitas de jornalistas e advogados começam a aparecer. O Mandado de Segurança em favor da Viatur foi impetrado no dia 24 de dezembro. A Liminar do juiz Megbel Abdalla foi concedida no dia 30, para imediato pagamento dos R$ 6,4 milhões pretendidos. É aí que entra o procurador-geral do município Paulo Helder, que impetrou recurso no Tribunal de Justiça e conseguiu impedir a sangria nos cofres municipais.
Seria o procurador um herói? Para o jornalista Décio Sá, não. Em seu blog, ele revela que o recurso foi redigido, na verdade, pelo então futuro procurador do município, Francisco Coelho, indicado dias depois pelo novo prefeito, João Castelo (PSDB). Segundo os dois jornalistas que divulgaram primeiramente o caso, “Coelho praticamente obrigou Paulo Helder a impetrar o recurso”, que foi deferido pelo desembargador Antonio Bayma Araújo.
Aí surgem outras coincidências. Paulo Hélder é cunhado de Wagner Lago, irmão de Jackson Lago, portanto, aparentado de Raimundinho Lago e Karine Lago, donos da Viatur. Além disso, Paulo Hélder já atuou como advogado da Viatur Transportes em várias ações contra os bancos Real (processo nº 17.834/2001), Bradesco (5.653/2002) e em uma ação do Bradesco contra a empresa (18.1125/2002.
O adjunto de Paulo Hélder na procuradoria é Daniel de Farias Jerônimo Leite, que também já atuou como advogado da Viatur em pelo menos um caso (ver quadro nesta página). Leite é um dos advogados de Jackson Lago e dos sobrinhos Paulinho Lima (irmão do dono da Viatur) e Alexandre Lago no processo da Operação Navalha.
A cobrança milionária da empresa de parentes do governador Jackson Lago contra a Prefeitura de São Luís, então chefiada pelo também pedetista Tadeu Palácio, tem sido vista como escândalo nos bastidores do Tribunal de Justiça. Tanto que o autor da liminar que cassou a decisão do juiz Megbel Abdalla, desembargador Bayma Araújo, chamou a atenção para o fato na primeira sessão do TJ em 2009. Abdalla é um dos juízes cujas Varas em que atuam passarão por correição da Corregedoria Geral de Justiça.
http://imirante.globo.com/oestadoma/...codigo1=148373
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
Jornal da Globo mostra vandalismo do PDT sob a proteção de Jackson Lago
Vandalismo partidário
Em duas cidades do Maranhão houve confusão na posse dos novos eleitos.
Honório Jacometto - São Luís
Em Mataroma, 300 quilômetros de São Luís, a Justiça cassou o prefeito que venceu as eleições. Tomou posse a segunda colocada. Hoje as salas da prefeitura estavam trancadas.
O prefeito cassado não entregou as chaves para a sucessora. Manifestantes que apóiam Carmem Neto arrombaram as portas no chute. Eles usaram também chaves de fenda e até furadeiras.
Em Santa Luzia a 280 quilômetros da capital mais baderna. A prefeitura, a Câmara de Vereadores e o fórum foram incendiados.
O quebra-quebra teria sido promovido por partidários de Márcio Rodrigues, do PDT, eleito em outubro, mas cassado pela Justiça Eleitoral.
O segundo colocado Ilzemar Dutra, do PPS, só tomou posse hoje porque 60 policiais militares garantiam a segurança. Vinte e seis pessoas foram presas acusadas de vandalismo.
Além do prejuízo com computadores e móveis que foram destruídos ou saqueados, há ainda uma outra preocupação: no fórum de Santa Luzia todos os sete mil processos foram queimados.
Os 25 presos da cadeia do município deverão ser soltos nos próximos dias porque as provas que constavam nos processos foram destruídas.
Hoje durante um evento o governador Jackson Lago que enfrenta um processo de cassação no Tribunal Superior Eleitoral falou sobre os ataques no interior do estado.
“Eu vejo como uma manifestação popular dizendo que não aceitam desrespeitarem seu voto, não aceitam darem posse a quem perdeu eleição”, diz Jackson Lago, governador do Maranhão.
A Associação do Juízes no Maranhão condenou os atos de vandalismo.
“As forças de segurança pública necessitam e precisam garantir o cumprimento das decisões judiciais sob pena de pôr em risco o próprio estado democrático de direito”, diz Gervásio Protásio, presidente da Associação dos Juízes.
quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
Jackson Lago comprova que é adepto a vandalismos.

SÃO LUÍS - Em entrevista concedida durante a transmissão do cargo de prefeito para João Castelo, em São Luís, o governador sob júdice, Jackson Lago, tentou justificar a ação de vândalos que destruíram o patrimônio público em municípios do Maranhão. Mais uma vez ficou comprovado que ele é adepto a ações criminosas ficando clara a sua intenção ao contratar vândalos para fazer vigília na porta do Palácio com ordens expressas para que começassem a depredação do patrimônio público caso saísse a sua cassação no último dezembro.
domingo, 28 de dezembro de 2008
Os contratos que navalharam Jackson
Dom, 28/12/08
por Marco D'Eca
categoria Cassação de Jackson Lago
Deve pousar nos gabinetes dos ministros do Tribunal Superior Eleitoral, agora em janeiro, uma espécie de adendo, ou aditivo, ao processo que pede a cassação do governador sub-judice do Maranhão, Jackson Lago (PDT), e do seu vice, em igual situação, Luiz Carlos Porto (PPS).
Trata-se da relação de contratos, com detalhes sobre valores, empresas beneficiadas e finalidades. Muitos pagos integralmente no governo anterior ao de Jackson - e que irrigaram sua campanha. Boa parte, no entanto, foi paga pelo próprio governador sub-judice, imediatamente após sua posse. Espécies de cumprimentos de acordos eleiorais.
Embora não possa ser oficialmente adicionado ao processo, este anexo pode ajudar a formar a convicção dos ministros contra a imagem de “bom velhinho” que Jackson Lago usa lá fora para convencer incautos - desinformados, tolos ou senis - a assinar manifestos em seu favor.
E mostrarão, também, que a corrupção que levou Jackson ao poder, continuou com sua presença no Palácio dos Leões.
Estes dados poderiam ter sido usados na explanação oral dos advogados que processam Jackson, o que não foi possível por falta de tempo durante a sessão que resultou já no primeiro voto pela sua cassação. Mostraria, por exemplo, que o governador sub-judice, além de ter participação direta na picaretagem, acabou ele próprio honrando compromissos fajutos.
Tanto que foi fisgado na Operação Navalha e só não foi pra cadeia - como José Reinaldo Tavares (PSB) - porque a ministra do STJ que concedeu os mandados se equivocou com a lei maranhense.
Foi Jackson Lago, já na função de governador - agora sub-judice -quem ficou responsável, por exemplo, em honrar os contratos fajutos com a Construtora Gautama. Assinou, em março e abril de 2007, Ordens de Pagamento que somaram quase R$ 20 milhões à Gautama, por pontes ligando o nada a coisa nenhuma ou que nunca sairam do papel.
Fazia parte do acordo com José Reinaldo.
Afinal, foi o dinheiro desviado dos contratos de araque com Zuleido Veras - e outros magnatas, como Lourival Parente, da Petra - que irrigaram a campanha do governador sub-judice.
Os contratos fajutos mostram também que a corrupção e a roubalheira que levaram jackson Lago ao poder não pararam com sua posse. Pelo contrário, iniciaram um nova fase, agora de ajustes de contas - como numa máfia - com aqueles que lhe deram as condições de comprar os votos necessários à sua eleição.
O “bom velhinho” sabia exatamente o que estava fazendo, quando assinou as liberações milionárias e corruptas à Gautama, quando apareceu no sistema de vídeo de um hotel de Brasília exatamente na hora em que seus sobrinhos combinavam propina com os donos da construtora, e quando encaminhou à Assembléia aditivos a contratos com Zuleido Veras e seu bando.
São nuances outras de uma eleição comprada com dinheiro do povo, espécies de acertos de contas posterior ao benefício da vitória.
Vitória esta agora sub-judice na justiça Eleitoral e comportamento este sub-judice também na Justiça Comum. E que, além de defenestrar Jackson do Poder, pode levá-lo à cadeia por corrupção.
Eleitoral e administrativa…
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